
Turismo
Portaria do Monumento Natural da Pedra do Baú
A entrada pública do complexo: é aqui que se paga a taxa e começam o Bauzinho, a Ana Chata e o cume do Baú.

Um guia da cidade em forma de mapa, aberto a quem estiver planejando a viagem: as trilhas do Complexo da Pedra do Baú, as cachoeiras do vale, as igrejas e os mirantes do centro histórico. Cada ponto traz endereço, horário quando existe horário publicado e a rota de carro medida por estrada de verdade — e, onde o carro não chega, o que ainda falta caminhar.

O que tem no mapa
Sete eixos já estão marcados ponto a ponto no mapa. O oitavo — experiência guiada — está sendo cadastrado e, por enquanto, mora no guia do blog, linkado abaixo.
Cachoeiras, mirantes e praças. Entram aqui a portaria do Monumento Natural da Pedra do Baú, a Cachoeira do Toldi, com salto de mais de 70 metros, a Cachoeira do Encontro, o Mirante do Cruzeiro, o Portal da Cidade, onde funciona o Centro de Informação ao Turista, as três praças do centro — a do coreto, a do Banco do Brasil e a do marco zero — e o letreiro colorido da cidade, que fica nesta última.
O Complexo da Pedra do Baú inteiro: o cume do Baú a 1.950 m, o Bauzinho, a Pedra Ana Chata e a rampa de voo livre do Mirante do Caramuru. Fora do complexo, a Pedra da Balança, no extremo oeste do município.
As trilhas do complexo, uma a uma
As igrejas do centro, a Ladeira dos Pirilampos, com trechos de Eugênia Sereno em mosaico, as Capelinhas de Mosaico e a Casa da Cultura Professor Miguel Reale, casarão do século XIX de entrada gratuita.
A história da Igreja Matriz
A mesa da serra. No mapa estão o Sabor com Arte, que serve truta em sete preparos e tem deck de frente para a Pedra do Baú, a Hot Stone, que é pizzaria, hamburgueria e choperia na avenida do centro, e o Bar SBS Bebidas, o boteco de frente para o coreto.
O guia de gastronomia
O que São Bento faz à mão. No mapa estão os dois do bairro do Quilombo: o Arte no Quilombo, associação com mais de oitenta artesãos trançando palha de bananeira e de milho, e o Ateliê Ditinho Joana, que esculpe madeira desde 1974.
O guia de artesanato
O que se faz acompanhado: voo livre de parapente, escalada e cachoeirismo com condutor, cavalgada e passeio de jipe pelas estradas de terra.
Como reservar um passeio guiado
Onde dormir no pé da serra. O mapa marca hoje o Refúgio da Pedra SP, a pousada que mantém este projeto, com cinco acomodações a caminho da Pedra do Baú.
Conheça as acomodações
O eixo que não é passeio, para quem já está aqui e precisa resolver alguma coisa. Hoje marca a CAMPOMAX, a imobiliária do centro, que trabalha com terreno e casa na serra — a busca de quem sobe muito e uma hora pensa em ficar.
Onde ir na serra
Cada ponto do mapa com o que ele é e em que canto do município fica. Estão na ordem em que a serra se organiza: primeiro o complexo da Pedra do Baú, depois o centro histórico e por fim o lado oeste do município.

Turismo
A entrada pública do complexo: é aqui que se paga a taxa e começam o Bauzinho, a Ana Chata e o cume do Baú.

Aventura
O monólito de 1.950 m que dá nome à região, com via ferrata e vista de 360° sobre a Mantiqueira.

Aventura
A 1.760 m, é a trilha mais acessível do complexo — e não exige agendamento.

Aventura
Laje suspensa a 1.670 m, com a vista mais larga do complexo.

Aventura
Mirante do Caramuru, a 1.810 m: rampa oficial de parapente e o primeiro atrativo do percurso.
Foto em breve
Encontro das duas quedas da Cachoeira do Encontro, com as piscinas rasas em primeiro plano
Turismo
Duas quedas que se encontram, com piscinas rasas — a melhor da região para ir com criança.

Turismo
Cascata com salto de mais de 70 metros, a maior do município, vista de um deck na estrada.

Restaurantes
Truta flambada na mesa e buffet livre no fim de semana, com deck de frente para a Pedra do Baú.

Cultura
Matriz de taipa de pilão erguida por volta de 1853, tombada pelo CONDEPHAAT.

Cultura
Escadaria de pedestres revestida de mosaico que desce da Matriz para a parte baixa da cidade.

Cultura
O casarão do século XIX onde nasceu o jurista e filósofo Miguel Reale, hoje espaço cultural de entrada gratuita.

Restaurantes
Boteco de balcão de frente para o coreto, com chope gelado, porção e rock no som. Abre à noite, e não todo dia.

Restaurantes
Pizza, hambúrguer e chope na avenida que corta o centro. Come-se no salão ou pede-se em casa; abre todas as noites.

Turismo
O mirante que se alcança a pé do centro, com a rosa dos ventos desenhada em mosaico no chão.

Cultura
Três capelas centenárias revestidas de caco de vidro, azulejo e miçanga.

Cultura
Palco da maior festa religiosa da cidade, conduzida pela Congada de São Benedito.

Cultura
Igreja de torre única de 1934, em frente ao marco zero da cidade.

Cultura
Construção modesta de 1970, pintada de azul, de frente para o coreto da cidade.

Turismo
O pórtico de entrada da cidade, que abriga o Centro de Informação ao Turista.

Turismo
A Praça do Coreto, como todo mundo chama: cem metros de árvore, banco à sombra e o coreto no meio.

Turismo
Praça central em frente ao Banco do Brasil, ao lado da escola Coronel Ribeiro da Luz.
Foto em breve
Praça Dr. Braz Reale com a fachada da Biblioteca Municipal ao fundo
Turismo
A praça da Biblioteca Municipal e dos Correios, 22 metros entre a XV de Novembro e a Gama Rodrigues.

Turismo
A praça do marco zero, com espelho d’água e o letreiro da cidade, em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário.

Turismo
As letras coloridas do nome da cidade, no gramado da Praça General Marcondes Salgado.

Serviços
A imobiliária do centro: compra, venda, locação e avaliação de imóveis, com o forte em terreno na serra.

Compras
Mais de 80 artesãos do bairro do Quilombo trançando palha de bananeira e de milho, com balcão de venda e oficina.

Compras
O ateliê do escultor que achou uma raiz com forma de bicho em 1974 e nunca mais parou. Vende no próprio balcão.

Turismo
Mirante de pedra e tora de eucalipto a 1.535 m, na divisa com Minas.

Turismo
As rochas formam um escorregador natural — daí o nome — e a piscina é rasa.

Aventura
Cume de 1.600 m com cruz no alto, no extremo oeste do município.
A ferramenta
O mapa abre em tela cheia, já enquadrado na região. Não precisa de cadastro, de aplicativo nem de conta — é de uso livre, para quem estiver na cidade e para quem ainda está planejando a viagem.
A fila de pílulas no topo troca o que aparece no mapa e na lista lateral. Só entram categorias que têm lugar cadastrado.
O campo aceita nome do lugar e nome de categoria, sem acento e com letra trocada: digitar bau traz a Pedra do Baú, o Bauzinho e a portaria do Monumento Natural de uma vez.
No celular sobe um cartão com foto, categoria e o resumo do lugar. No computador o cartão aparece ao passar o ponteiro, e o clique abre a ficha completa, com endereço, horário e telefone quando existem — e a distância a partir do Centro de São Bento, que em cume e cachoeira vem com o trecho que ainda falta a pé.
O Google Maps abre com a rota traçada até onde o carro chega, saindo de onde você estiver. Em cume e trilha esse ponto não é a atração: no Complexo da Pedra do Baú a rota vai para o estacionamento de onde sai a trilha daquele ponto — o do Chico Bento para o cume do Baú e a Ana Chata, o da portaria para o Bauzinho. As distâncias da ficha são medidas de um ponto fixo, o Centro de São Bento, e a rota é medida de onde você está.
Quem mantém o mapa
Este mapa é um projeto do Refúgio da Pedra SP, a pousada que fica no pé da serra e mantém o cadastro. Se você ainda está escolhendo onde dormir em São Bento do Sapucaí, são cinco acomodações — três chalés, uma cabana com lareira e um domo geodésico — a 3,5 km da primeira cachoeira e a 1,5 km do pé da Pedra do Baú, com café da manhã e a conversa sobre o que rende mais no dia que a serra der.
O cadastro deste mapa foi levantado a pé e por estrada, por quem mora na serra e recebe visitantes desde 2018. Conheça o Refúgio da Pedra SP.
Antes de subir a serra
Quanto tempo a cidade pede, o que se paga para entrar, o que é obrigatório em cada trilha e como o mapa funciona. Onde o dado público diverge, dizemos que diverge em vez de publicar um número que manda alguém subir a serra à toa.
Ficou faltando alguma, ou você conhece um lugar que devia estar no mapa? Fale com a gente — quem mantém o cadastro mora na serra e responde.
Dá, dividindo por trecho — é assim que o mapa está organizado. O Vale do Baú toma um dia inteiro: a portaria do Monumento Natural, a trilha que você escolher e as cachoeiras do Encontro e do Toldi, todas do mesmo lado. O centro histórico se faz a pé em meio período, com as cinco igrejas, as quatro praças, a Ladeira dos Pirilampos, as Capelinhas de Mosaico e a Casa da Cultura. Sobra a rota rural, com a Cachoeira do Tobogã, o Belvedere do Serrano e a Pedra da Balança, que rende a segunda manhã.
Depende da entrada. Pela portaria do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú paga-se taxa de conservação ambiental de R$ 18 por pessoa, em dinheiro, com isenção para maiores de 60 anos, crianças até 12 anos e moradores do município. O outro acesso, o estacionamento do Chico Bento, é particular e cobra por carro, não por pessoa, e não tem bilheteria do Monumento Natural — confirme o valor no local.
Não. Guia credenciado é obrigatório, na proporção de um monitor a cada seis pessoas, e o agendamento tem de ser feito com pelo menos um dia de antecedência. Pela portaria do Monumento Natural são cerca de 4 km de trilha e 3 horas de subida; pelo estacionamento do Chico Bento, que fica bem mais perto de carro, são cerca de 5 km ida e volta e umas 5 horas, com mais subida. Nos dois casos o trecho final é uma via ferrata de degraus e grampos. A Pedra Ana Chata também exige agendamento prévio.
Com os condutores credenciados do município ou com as agências locais, sempre com pelo menos um dia de antecedência — no cume do Baú e na Pedra Ana Chata o guia é obrigatório, na proporção de um monitor a cada seis pessoas. O Centro de Informação ao Turista, que funciona no Portal da Cidade e está marcado no mapa, é o balcão oficial para essa pergunta, e o telefone dele aparece na ficha do ponto. Esta página não publica preço de guia: ele varia por trilha e por tamanho do grupo, e valor de terceiro que não dá para conferir não entra no cadastro.
Aberto todos os dias, das 9h às 18h. A entrada é permitida até as 18h e a permanência vai até 18h30. A subida ao cume do Baú só pode começar até as 14h, e o acesso ao cume do Bauzinho fecha às 17h30. Depois desse horário ainda se chega ao Mirante do Caramuru.
A Pedra do Bauzinho. São cerca de 30 minutos de caminhada a partir da portaria, nível fácil, sem via ferrata e sem agendamento. O cume fica a 1.760 m, e é a saída indicada para quem quer a vista sem encarar a subida do Baú.
No Monumento Natural, não: animais de estimação não entram na unidade de conservação, com uma exceção, que é o trecho até o Mirante do Caramuru, onde fica a rampa de voo livre. Fora dela depende de cada lugar — o Refúgio da Pedra SP, a pousada que mantém este mapa, aceita pet na maior parte das acomodações.
A Cachoeira do Tobogã tem acesso gratuito. A Cachoeira do Encontro mudou de entrada: não se passa mais por dentro da Cachoeira dos Amores, e sim pela Estrada da Ana Chata, de onde sai uma trilha que desce por um terreno particular. Pergunte no local se há taxa — nenhuma fonte oficial cobre esse acesso.
Este não tem versão para impressão: é um mapa de tela, feito para abrir no celular durante a viagem, com a ficha de cada lugar e a rota de carro a um toque. Material impresso do município sai do Centro de Informação ao Turista, que funciona no Portal da Cidade, na entrada da cidade — vale ligar antes para saber o que há disponível.
Não. O mapa abre no navegador do celular ou do computador, sem instalar nada, sem criar conta e sem pagar. Precisa de internet para carregar. Depois disso, o botão Como chegar entrega a rota para o Google Maps, que é onde a navegação passo a passo acontece.
Do centro de São Bento do Sapucaí, na Praça Monsenhor Pedro do Vale Monteiro — o lugar de onde qualquer morador diria que se sai. Medir tudo do mesmo ponto deixa os números comparáveis entre si, e a conta é por estrada, não em linha reta. A Cachoeira do Encontro fica a 7,8 km do centro, e o Refúgio da Pedra SP, a pousada que mantém este mapa, a 10,2 km. No Complexo da Pedra do Baú o número é o do estacionamento onde a trilha começa, e são dois: o cume do Baú e a Pedra Ana Chata sobem pelo estacionamento do Chico Bento, a 8,5 km, e o Bauzinho e a rampa de voo livre entram pela portaria do Monumento Natural, a 22,6 km, do outro lado do maciço. Onde o carro não chega ao ponto, a ficha diz onde ele para e quanto sobra de caminhada. Quem se hospeda no Refúgio abre o mapa por um link próprio, que refaz todas as contas a partir da pousada.